Atrasos e planos de trabalho

Bom,

Até para que eu possa ter algum lugar com as ‘coisas’ a fazer, vamos a lista de pendências:

  • X-TRAD – atualizar o vBulletin , retirando alguns hacks e mods de pouco uso;
  • Daequfrj.org – atualizar o XOOPS;
    • Ainda em relação ao Daeq – montei a estrutura de emails do google apps para eles – fazer tutorial e apresentar;
  • NoelNutels – ajustar a administraçao;
  • Tutoriais : terminar o tutorial sobre como abrir a conta no Google Apps;
  • vBulletin: tradução – ajustar a tradução [rever o que o de freitas ] fez para rc2;
  • WordPress-BR: terminar minhas páginas de tradutor.

Vamos trabalhar 😉

B.

Abaixo-assinado – Contra o obscurantismo

Prezados,
Acabei de assinar o abaixo-assinado eletrônico defendendo as pesquisas com células-tronco no Brasil.
Reproduzo o teor do documento:

To: Ao Supremo Tribunal Federal (STF)
Direito à esperança de cura e vida, sim.
Ao obscurantismo, não.

Brasília, 20 de abril de 2007. Definitivamente, um marco na história do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 178 anos de existência, a mais alta corte do Brasil realizou, pela primeira vez, uma audiência pública. Objetivo: ouvir cientistas sobre a lei que autoriza a realização no país de pesquisa com células-tronco embrionárias. Pudera. É a aposta de investigadores do mundo inteiro para a cura de várias doenças ainda incuráveis, como mal de Parkinson, diabetes, doenças neuromusculares e secção da medula espinhal por acidentes e armas de fogo.

A avançada lei foi aprovada pelo Congresso Nacional por placar estrondoso: 96% dos senadores e 85% dos deputados federais deram-lhe a vitória. O presidente Luís Inácio Lula da Silva fez o mesmo. Rapidamente a sancionou. Só que ela parou no STF porque o subprocurador-geral da República, Cláudio Fonteles, alegou que é inconstitucional. Questionado sobre se sua ação não teria motivação religiosa, o franciscano Fonteles acusou a geneticista, professora e cientista Mayana Zatz de viés judaico. Fonteles disse ao jornal Folha de S. Paulo: “A doutora Mayana Zatz, que é o principal elemento de quem pensa diferentemente da gente, tem também uma ótica religiosa, na medida em que ela é judia e não nega o fato. Na religião judaica, a vida começa com o nascimento do ser vivo. Então, ao defender a posição dela, ela defende a posição religiosa dela, que é judia e que a gente tem de respeitar”.

Acontece que:

1) A posição de Mayana Zatz em defesa da pesquisa com células-tronco embrionárias não é pessoal e muito menos religiosa. A geneticista participou da audiência pública no STF como porta-voz da Academia Brasileira de Ciências, da qual é membro. Sua postura é a mesma defendida pelas academias de ciências de outros 65 países.

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